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	<title>Rodeio de Vacaria &#187; Semana Farroupilha</title>
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	<description>Site (não oficial) sobre o Rodeio de Vacaria</description>
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		<title>Música Tema do Acendimento da Chama Crioula 2011</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 10:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>[Rodeio de Vacaria.com.br]</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Farroupilha]]></category>
		<category><![CDATA[Festejos Farroupilhas]]></category>
		<category><![CDATA[Joca Martins]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira abaixo a letra da música de Rodrigo Bauer e Joca Martins No Acendimento da Chama Crioula bem mais que o presente, de longe se avista a história da nossa cultura gaúcha no Oitavo Congresso Tradicionalista! Foi lá em Taquara, há cinquenta anos que Glaucus Saraiva, o poeta, escreveu a Carta que rege as leis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100%" height="81" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F21940787" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F21940787" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Confira abaixo a letra da música de <span style="color: #ff0000;"><strong>Rodrigo Bauer e Joca Martins</strong></span></p>
<p><span id="more-1663"></span></p>
<p>No Acendimento da Chama Crioula<br />
bem mais que o presente, de longe se avista<br />
a história da nossa cultura gaúcha<br />
no Oitavo Congresso Tradicionalista!</p>
<p>Foi lá em Taquara, há cinquenta anos<br />
que Glaucus Saraiva, o poeta, escreveu<br />
a Carta que rege as leis e os princípios<br />
do MTG que aprovou o que leu!</p>
<p><strong>Vou acender a chama da memória…</strong><br />
<strong>Fogo que arde no meu coração!</strong><br />
<strong>Lume que brilha sobre a nossa história,</strong><br />
<strong>calor que guarda a nossa tradição!</strong></p>
<p>Foi lá em Taquara, no Fogão Gaúcho,<br />
em mil, novecentos e sessenta e um…<br />
Patrão Ivo Osterman e o Eldo Klein<br />
esteios maiores da força comum!</p>
<p>Na chama essa alma do povo gaúcho<br />
que vive no fogo, no tempo e no bronze…<br />
Que sempre ressurge depois de extinguida…<br />
E acende de novo em 2011!</p>
<p><strong>Vou acender a chama da memória…</strong><br />
<strong>Fogo que arde no meu coração!</strong><br />
<strong>Lume que brilha sobre a nossa história,</strong><br />
<strong>calor que guarda a nossa tradição!</strong></p>
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		<title>Temário dos Festejos Farroupilhas 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 15:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>[Rodeio de Vacaria.com.br]</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[MTG]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Farroupilha]]></category>
		<category><![CDATA[CBTG]]></category>
		<category><![CDATA[Festejos Farroupilhas]]></category>

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		<description><![CDATA[“Nossas Raízes” O temário proposto para os Festejos Farroupilhas 2011 foi aprovado pela Comissão Estadual, no mês de dezembro de 2010 e homologado pelo Congresso Tradicionalista Gaúcha, do MTG, em janeiro de 2011. A proposta é bastante abrangente e tem como objetivo explorar a história do Rio Grande do Sul e buscar, em alguns episódios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><img class="alignleft size-full wp-image-1661" title="Festejos Farroupilhas" src="http://www.rodeiodevacaria.com.br/wp-content/uploads/2011/08/logo_festejos300px.jpg" alt="" width="180" height="113" />“Nossas Raízes”</h3>
<p>O temário  proposto para os Festejos Farroupilhas 2011 foi aprovado pela Comissão  Estadual, no mês de dezembro de 2010 e homologado pelo Congresso  Tradicionalista Gaúcha, do MTG, em janeiro de 2011. A proposta é  bastante abrangente e tem como objetivo explorar a história do Rio  Grande do Sul e buscar, em alguns episódios e períodos, indicadores da  identidade do povo gaúcho. Rebuscar a história e retirar dela os  aspectos que melhor retratem a formação sócio-cultural do nosso Estado é  tarefa que não se esgotas nesse ano de 2011, mas haverá de nos ajudar a  entender um pouco mais a nossa identidade cultural regional. Cada  município do Estado ou cada microrregião poderá aprofundar um ou mais  tópicos entre os que estão sendo propostos neste temário. Esse  aprofundamento se dará em função da característica local, especialmente  pela predominância ou influencia maior de uma ou de outra etnia.  Para  bem desenvolver a idéia de explorar as raízes da formação sócio-cultural  do gaúcho sul-rio-grandense foram selecionados os seguintes momentos da  nossa história:</p>
<p><span id="more-1660"></span></p>
<h5>1. OS JESUÍTAS NO TERRITÓRIO GAÚCHO</h5>
<p>As reduções jesuíticas constituídas entre 1626 e 1641. A introdução do  gado pelos Pe. Cristovão de Mendonça e Pedro Romero, o que resultou nas  vacarias do Mar e dos Pinhais, além do uso do cavalo na lida campesina.   Mais tarde, com o retorno dos jesuítas ao território temos a formação  dos Sete Povos das Missões. Deste segundo momento podemos explorar a  questão da religiosidade, da expansão da erva-mate, as esculturas e a  música (1682 a 1756). Importante estudar a Guerra Guaranítica  (1754-1756) e suas consequencias.</p>
<h5>2. A TERRA DE NINGUÉM</h5>
<p>O período compreendido entre a chegada dos jesuítas e a chegada dos  portugueses caracterizou-se pela ausência de governo, de regramento e de  organização mínima daquela “sociedade” que começava a aparecer, com  predomínio da exploração do gado e o comércio do couro. Surge aí o tipo  humano denominado “gaudério”, depois batizado de gaúcho. Foi nesse  período que os portugueses instalaram a Colônia do Sacramento (1680), às  margens do Rio da Prata e intensificou-se a movimentação de tropas  entre Laguma e o Sacramento, especialmente pelo litoral. Surge, no  cenário, Cristóvão Pereira de Abreu que é considerado o primeiro  tropeiro. Esse tropeiro abre o primeiro caminho para levar tropas de  gado e mulas do Rio Grande do Sul para a Província de São Vicente, hoje  São Paulo. Era o início do tropeirismo.</p>
<h5>3. FUNDAÇÃO DA PROVÍNCIA</h5>
<div>A província de São Pedro do Rio Grande do Sul começa a tomar forma com a  chegada de Silva Paes e a fundação de Rio Grande (Forte  Jesus-Maria-José) – 1737. Aprofunda-se a iniciativa portuguesa de  ocupação do território (também reivindicado pelos espanhóis) com a  distribuição de sesmarias e a organização das estâncias. É a partir daí  que são plantadas as bases sociais e econômicas do Rio Grande do Sul.  Depois de Rio Grande, foi fundado Rio Pardo e, ali, surge a figura de  Rafael Pinto Bandeira e sua atividade militar na defesa do território  contra as invasões castelhanas: Rio Pardo, a tranqueira Invicta.</div>
<h5>4. OS AÇORIANOS E A FUNDAÇÃO DE PORTO ALEGRE</h5>
<div>O tratado de Madri (entre Portugal e Espanha) previa a troca da colônia  do Sacramento pelos sete Povos das Missões, o que resultou na Guerra  Guaranítica. Os portugueses planejaram ocupar as Missões com casais de  açorianos e implantar na região uma espécie de colônia agrícola. Os  açorianos chegaram a partir de 1754 e não puderam ser enviados para as  Missões em função da Guerra, permanecendo na região litorânea e nas  proximidades do Porto do Dornelles, fundando o Porto dos Casais, hoje  Porto Alegre, a Capital do Estado. Eles ocuparam, também, as margens dos  rios Jacuí e Taquari, fundando cidades como Triunfo e São Jerônimo. A  agricultura ganhou impulso com os açorianos que se dedicaram ao cultivo  de culturas como o trigo, milho e feijão. Os açorianos influem muito na  implantação da cultura da família (a clã), até aquele momento  praticamente desconhecida pelos habitantes que lidavam com o gado numa  vida sem paradeiro. Dos açorianos temos muito das nossas músicas,  danças, culinária, fé religiosa e modo de vida.</div>
<h5>5. ÉPOCA DAS CHARQUEADAS (1780 – 1840)</h5>
<div>A lida com o gado ganha um ingrediente importante a partir das  charqueadas. Essa foi a primeira e mais importante indústria do Estado.  Por largo período o Estado teve nas charqueadas seu motor econômico mais  significativo.É no período das charqueadas que o uso dos rios e lagos  como meio de transporte ganha impulso, especialmente entre Porto Alegre e  Pelotas. A economia passa a depender da força de trabalho dos negros  escravos trazidos para as charqueadas. Foi um período de grande  crescimento econômico, especialmente de Pelotas e Rio Grande, mas também  foi o período triste se analisado do ponto de vista humanitário ou do  direito natural dos homens. Os negros foram tratados como simples  animais nas charqueadas.</div>
<h5>6. A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DA PROVÍNCIA</h5>
<div>A província de São Pedro do Rio Grande do Sul somente ganha uma  administração própria no ano de 1809. Sob o ponto de vista da  administração pública, esse é o momento em que o Estado adquire  autonomia.  A partir da organização administrativa da Província, a  Capital, Porto Alegre, se desenvolve e começa a ganhar contornos de  modernidade com o surgimento de prédios e de uma arquitetura própria.  Outro episódio importante daquele primeiro quarto do século XIX, é o  desaparecimento da província Cisplatina e o surgimento do Uruguai  (1828). Destaca-se para isso a Guerra da Cisplatina. O episodio mais  significativo dessa guerra foi a Batalha do Passo do Rosário, não  somente por ter protagonizado a maior concentração de tropas já vista na  America do Sul, mas pelas suas conseqüências políticas.</div>
<h5>7. COLONIZAÇÃO – PRIMEIRA FASE</h5>
<div>Imprescindível para a compreensão da identidade regional é reconhecer a  importância da colonização do território por europeus. Primeiro chegam  os alemães. Estabelecidos inicialmente na Real Feitoria do Linho Cânhamo  (1825), hoje São Leopoldo, expandiram-se para o norte e oeste, ocupando  grande parte dos vales. Foram os alemães que implantaram as primeiras  indústrias (artesanato) no território gaúcho. Podemos destacar, além da  culinária, também a música, a dança e o espírito do cooperativismo  trazido pelos alemães. A nova “ética do trabalho” também se deve aos  imigrantes.</div>
<h5>7. REVOLUÇÃO FARROUPILHA</h5>
<div>Episódio considerado como marco fundador da identidade regional, a  Revolução Farroupilha teve início em 1835 com a tomada de Porto Alegre.  Vale estudar as causas dessa revolução e o papel que a maçonaria  desempenhou no fomento do conflito. A figura de Antonio de Souza Netto  que patrocinou a proclamação da República Rio-Grandense (1836) merece  ser bem estudada. Bandeira e Hino o hino da República Rio-Grandense  foram uma conseqüência da proclamação de Netto. O episódio da tomada de  Laguna e a criação da República Catarinense (1839) merecem destaque pelo  significado político: os farroupilhas pretendiam implantar no Brasil  uma República Federativa, integrada pelas províncias autônomas. O fim da  revolta no ano de 1845, sem que os objetivos fossem alcançados, mas com  conquistas importantes consubstanciadas naquilo que passou para a  história como Paz de Ponche Verde, assinada nos campos de Dom Pedrito.</div>
<h5>8. NA DEFESA NACIONAL</h5>
<div>A tônica da história do Estado foi a defesa do território contra os  interesses castelhanos. A Guerra contra Rosas (1854) é um marco  importante nesse mister. Os mesmos farroupilhas que haviam lutado contra  o Império Brasileiro foram os que defenderam o Brasil contra as  pretensões expansionistas do ditador argentino. A Guerra do Paraguai  (1865) foi outro episódio importante. Os gaúchos formaram vários “Corpos  de Voluntários da Pátria” para a formação do exército da Tríplice  Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai), combatendo o Paraguai e seu  ditador Solano Lopes. -Depois da Guerra do Paraguai tem início da  modernização do Brasil e do Estado, com a implantação das estradas de  ferro. Houve a partir de então uma significativa melhora nos transportes  e na integração do território.</div>
<h5>9. REVOLUÇÃO FEDERALISTA</h5>
<div>No ano de 1889 instala-se a República Brasileira. O fim do Império dá  início a um novo momento político. No Estado há uma intensa disputa pelo  poder. As figuras de Julio de Castilhos e de Gaspar Silveira Martins  surgem como estrelas da disputa política o que resultou na Revolução  Federalista. A “guerra da degola”. Pica-paus e maragatos mancharam o  território com o sangue dos gaúchos. Duas ideologias, duas facções, dois  interesses convulsionaram o Estado por dois anos (1894-96). No final, a  implantação da administração positivista. No ano de 1892, o Corpo  Policial é extinto e no seu lugar surge a Brigada Militar como um  exército estadual.</div>
<h5>10. A COLONIZAÇÃO – SEGUNDA FASE – COMPLETA-SE O GHAÚCHO</h5>
<div>A chegada dos Italianos no ano de 1875 marca a ocupação do último  grande espaço territorial: a serra. Com sua força de trabalho, os  italianos plantam cidades e imprimem um novo ritmo para a economia do  Estado. Culturalmente contribuem com as suas danças, música, culinária,  festas de comunidade e crença religiosa. Nesse período temos também a  chegada de imigrantes Poloneses, Holandeses, ucranianos e outros grupos  que, se não ocuparam grandes áreas, foram e são até hoje importantes  para muitas comunidades do Estado. Neste ano de 2011 comemora-se o  centenário da imigração Holandesa no Brasil. É o ano da Holanda no  Brasil.</div>
<h5>11. GAUCHISMO: CULTO E PRÁTICA</h5>
<div>
<p>A identidade gauchesca começa a ser estudada, compreendida e difundida,  mesmo que de forma romântica, com o surgimento do Partenon Literário em  Porto Alegre (1858). Foi naquela “confraria” que surgiram os primeiros  escritores e poetas valorizando o gaúcho e sua cultura. Mais tarde surge  a figura de João Cezimbra Jacques que capitaneou a fundação do Grêmio  Gaúcho (1898). Foi essa a primeira iniciativa de organização social,  como um clube, para resgatar e preservar aspectos importantes da cultura  gauchesca. Em seguida foi a vez de João Simões Lopes Neto fundar a  União Gaúcha de Pelotas (1899), seguindo-se uma série de clubes  gauchescos pelo Estado. Foi no ano de 1947 que toda a experiência  acumulada desde o Partenon Literário, que resultou na primeira Ronda  Gaúcha no Colégio Julio de Castilhos, o episódio de 5 de setembro com “O  Grupo dos 8” e, depois, já no ano de 1948 o surgimento do 35 CTG que  deu o modelo seguido por inúmeros outros Centros de Tradições no Estado e  fora dele. Hoje são mais de 3.000 CTGs, espalhados pelo mundo, reunindo  pessoas (gaúchos sul-rio-grandenses e outros gaúchos) cultuando,  valorizando e difundindo a cultura gauchesca e consolidando a identidade  do gaúcho, fruto da sua trajetória histórica. O gaúcho é um tipo  cultural, formado por inúmeras etnias e aspectos culturais herdados dos  índios, espanhóis, portugueses, negros, açorianos, alemães, italianos,  poloneses, holandeses … e mestiços de toda ordem.</p>
<p>MANOELITO CARLOS SAVARIS<br />
1º VICE-PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DA TRADIÇÃO GAÚCHA.</p>
</div>
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